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Pesquisa em São Joaquim mede estoque de carbono no solo de pomares comerciais de maçã

Com apoio da Fapesc, cientistas avaliam práticas de manejo que regeneram o solo e impulsionam sustentabilidade na Serra.

Publicado em Atualizado em 3 min de leitura · horário de Brasília
Maçãs vermelhas maduras em macieira com folhas verdes em pomar da Serra Catarinense
Estudo da Epagri em São Joaquim mensura retenção de carbono em solos de pomares de maçã. Foto: Wikimedia Commons / CC-BY-SA.

Resumo rápido: a Estação Experimental da Epagri em São Joaquim, no coração da maçã catarinense, desenvolve com financiamento da Fapesc uma pesquisa científica inédita com término previsto para outubro de 2027 para mapear a capacidade de sequestro de carbono nos solos dos pomares comerciais da Serra.

Metodologia de coleta e comparação ecológica

Os pesquisadores coletam amostras em três estratos de profundidade (0-10 cm, 10-20 cm e 20-40 cm) em áreas sob plantio direto de plantas de cobertura, pomares convencionais com herbicidas e áreas de vegetação nativa intocada. O resultado gerará uma ferramenta regional de bioindicadores da saúde do solo, qualificando a maçã da serra para selos de baixa emissão de carbono.

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